A armadilha do cartão de crédito consignado

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Há cerca de alguns anos, o governo autorizou que, além dos 30% de margem consignável em folha destinado a empréstimos, outros 10% fossem utilizados para dívidas com cartão de crédito. Desde então, correspondentes bancários inescrupulosos ofereceram (e ainda oferecem) aos servidores, empréstimos consignados utilizando esta margem de 10%.

O problema é que, na verdade, não informaram na contratação que tal “empréstimo” nada mais é do que um saque do limite do cartão, ou seja, sobre o valor disponibilizado incidem juros de cartão de crédito capitalizados (altíssimos) e não de um empréstimo consignado comum.

Da forma que esta operação foi desenhada, o valor descontado em folha nunca abaterá o saldo devedor, que cresce um pouco todo mês e se torna impagável. Basta verificar no contracheque para constatar que, diferentemente dos empréstimos consignados, não é informado o número de parcelas restantes para o pagamento da dívida.

Este negócio é um grande filão para os Bancos, uma vez que estes tem a garantia de receber mensalmente um valor descontado diretamente na folha de pagamento. Por outro lado, esta operação é uma armadilha para o servidor que, como não tem condições de arcar com o valor da fatura, se transforma em um eterno devedor da instituição financeira.

Nosso escritório tem larga experiência neste tipo de problema e pode ajudar você servidor a se livrar de tamanha abusividade.

Entre em contato conosco para maiores informações.

Edson Augusto Ferreira Alcântara

OAB/MG 97.650